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Urandir apresenta galeria de fotos da pesquisa em Pamukkale na Turquia 2013. Urandir liderou a 7a Expedição Zigurats. Em Pamukkale se encontram as ruínas da cidade grega de Hierápolis e as belezas do famoso Castelo de Algodão. Urandir coletou diversas informações no local, em especial no que restou de Hierápolis. Cruzando essas informações com as já coletadas em outros locais do planeta, Urandir afirma que já tem dados suficientes para mudar as idéias da origem das civilizações.

Confira abaixo as fotos dessa pesquisa.

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Urandir – Galeria de Fotos

julho 30th, 2014

 

Antigas Marcas de sapata de pouso de ovnis encontradas na floresta Amazônica durante expedição de Urandir e Projeto Portal

 

 

 

 

 

 

 

Urandir e Soldado do exército brasileiro durante a 2a expedição Zigurats – Projeto Portal à floresta amazônica

 

 

 

urandir entrevista radio manchete mídia

 

 

Urandir em entrevista à Edmo Garcia, no programa Pesquisa Ufológica na Rádio Manchete RJ

 

 

 

 

 

 

 

 

Urandir mostra as marcas impressas em sua cama após sua abdução.

 

 

 

 

 

 

Urandir e Projeto Portal visitam aldeia indígena durante 2a expedição Zigurats na Amazônia.

 

 

 

 

 

 

 

 

Urandir durante entrevista no Programa do ratinho do SBT.

 

 

 

 

 

 

 

Marcas rupestres encontradas na Amazônia durante expedição Zigurats Urandir e Projeto Portal.

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Terceira expedição conheceu as ruínas maias na penísula mexicana de Yucatan e traçou paralelo com as Amazonas

A Expedição Brasil – Equipe Zigurats realizou sua terceira atividade no período de 15 a 21 de janeiro de 2010 na Península de Yucatan, Estado de Quintana Roo, no México, visitando as ruínas da civilização maia nas localidades de Chichén-Itzá, Tulum e Cobá. Participaram da terceira expedição 87 pessoas, entre elas seis da França, entre médicos, advogados, professores, geólogos, estudantes, ufólogos, empresários, etc.

Com o slogan “Revelando o passado para entender o futuro”, a terceira Expedição Brasil, a exemplo das duas realizadas à Amazônia em 2005, os trabalhos se focaram na pesquisa antropológica e arqueológica, desta vez estudando as civilizações pré-colombiana maia, tolteca e asteca e sua influência no momento atual vivenciado pela humanidade e sua ligação com o Brasil, principalmente no que se refere à lenda das “amazonas” que, segundo consta, viveram muitos anos em terras brasileiras com objetivos bem diferentes do que consta da crença popular.

Foram visitadas as ruínas maias de Chichén-Itzá, onde está a pirâmide de Ku-Kul-Kan (nome de um dos principais deuses maias, conhecido como “serpente emplumada”). Ku-Kul-Kan ou o templo das Amazonas (rainhas/sacerdotisas que dirigiam a civilização maia), representa o tempo, muito bem registrado em suas 18 plataformas, sendo 9 de cada lado da escada principal com o simbolismo da divisão do ano solar maia em 18 meses. A cada lado da escadaria principal há 26 baixos relevos, ou seja, 52 painéis por fachada que correspondem ao Ciclo Maia de 52 anos, uma parte do grande ciclo de 5.200 tuns (5.125 anos) entre os raios sincronizadores da galáxia central, período este que se encerra no equinócio de dezembro de 2012, para dar início a outro período de civilização.

Em Chichén-Itzá também foi visto “El Caracol”, um observatório construído há mil anos com a cúpula arrendondada idêntica aos atuais. A torre de El Caracol se assenta acima de quatro espirais, permitindo excelente visão do céu e da paisagem ao redor. Suas fendas ou “janelas” permitem a observação de Vênus, bem como o equinócio do por do sol. Os maias desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cálculos astronômicos com uma exatidão admirável. El Caracol foi cuidadosamente alinhado com os movimentos de Vênus.

A segunda visita foi a Tulum na Riviera Maia, também localizada na província de Quintana Roo, perto de Chichén-Itzá, com ruínas arqueológicas que são uma das mais importantes da região. Tulum tem na sua praia de areia branca e nos seus cenotes (poços naturais) como o de Angelica, o seu maravilhoso ambiente natural e seu principal patrimônio. A fundação desta cidade parece remontar ao ano 564 de acordo com algumas inscrições encontradas. No século XV chegaram os espanhóis e no século XVI ficou totalmente desabitada. Ali se encontra o farol que orientava a chegada dos navios maias por intermédio de um jogo de luz natural. Esta cidade era designada pelos maias pelo nome de Zamá, que significa cidade da aurora. Tulum é também uma palavra maia para barreira ou parede, o que se entende facilmente pois a cidade encontra-se rodeada de espessa muralha protetora. Tulum é o terceiro sítio arqueológico do México mais visitado.

A terceira parte da Expedição Brasil – Equipe Zigurats foi às ruínas da cidade da cidade de Cobá, que teve seu apogeu em torno do ano 650. A população de Cobá se utilizava do porto de Tulum para as trocas de mercadorias efetuadas na região. Cobá é uma grande cidade pré-colombiana em ruínas da civilização maia, localizada no Estado de Quintana Roo, Península de Iucatã no México. A maior parte da cidade foi construída em meados do período clássico da civilização maia, entre os anos de 500 e 900 da nossa era. Após 1000, a cidade perdeu importância política, ainda que pareça ter conservado a sua importância simbólica e ritual, que lhe permitiu recuperar certa hierarquia entre 1200 e 1500, quando se construíram diversos edifícios já dentro do estilo “costa oriental”.

Cobá tem como principal monumento a pirâmide de Nohoch Mul ou o “Castillo”, com 42 metros de altura. Possui um observatório astronómico, um campo de jogos para o denominado jogo da bola e uma pirâmide pequena logo na entrada da zona arqueológica.

Nesta localidade, situada dentro de um parque nacional, também foram pesquisadas diferentes estelas, localizadas em diferentes pontos, que corroboram a presença das rainhas (amazonas/sacerdotisas) governantes da civilização maia, que anos mais tarde misturou-se com os toltecas e astecas, sendo que a maior parte de sua população simplesmente desapareceu, deixando no ar um mistério sobre este desaparecimento, que está sendo estudado pela Expedição Brasil – Equipe Zigurats.

Urandir afirma que a expedição foi um total sucesso, foram coletadas muitas informações que estão auxiliando a traçar um paralelo da civilização Maia com a civilização das Amazonas. “Estamos desvendando detalhes importantes de civilizações ancestrais que auxiliarão a nos posicionar na linha evolucional” salienta Urandir.

fonte: http://www.urandirblog.com.br/

Originally posted 2010-02-16 15:42:00. Republished by Blog Post Promoter

A 5ª Expedição Brasil – Equipe Zigurats do Projeto Portal realizou pesquisa sobre as culturas dos países andinos durante nove dias no Peru e Bolívia, no período de 20 a 28 de setembro de 2011, com muito sucesso e atingindo seu objetivo, que foi traçar um paralelo entre essas civilizações em relação ao início da presença do homem na Terra e a interferência de outas inteligências neste processo.

O estudo sobre o legado da legendária figura andina de Viracocha e seus auxiliares revelou surpresas no que se refere a referências sobre a participação de inteligências com conhecimentos superiores ao humano nas culturas pré-incas e incas, bem como indicou a participação de mulheres com conhecimento superior nestas mesmas civilizações, mostrando inclusive a existência de matriarcados.
Além disso, os pesquisadores puderam conferir o uso de tecnologias antissísmicas nas ruínas dos  prédios de diferentes tipos de arquitetura nos sítios arqueológicos visitados, tanto nas culturas pré-incas como na dos incas, bem como formas de governo, ensino, agricultura com o cultivo e armazenamento de alimentos em terraços escalonados (se olhar pela vertical toma a forma de zigurats) nas montanhas, o que propiciava o equilíbrio do micro clima, saúde, etc. Outro fato marcante foi o mistério do transporte e o corte preciso nas enormes pedras colocadas em caminhos estreitos de montanhas altíssimas.
Embora não ocorra uma chuva tropical há cem anos em algumas regiões do Peru, ocasionando desertos em várias áreas do país e desde 1970 não caia nenhuma chuva na região metropolitana de Lima, a questão da falta da água é solucionada através do degelo das montanhas dos Andes e também por meio de poços artesianos. Atualmente, em algumas vilas na periferia da capital peruana, o abastecimento é feito por caminhões pipa. Nas comunidades pré-incas e incas como em muitos templos e edificações foram utilizados dutos de água para o abastecimento e irrigação da agricultura, que permitia também o armazenamento da água da chuva.
TIAHUANACO
A Equipe Zigurats desembarcou em Lima, seguindo imediatamente para o município de Juliaca, deslocando-se para Puno, distanciando-se 1h20min da fronteira com a Bolívia. Tiahuanaco é um complexo arquitetônico localizado no planalto central boliviano a sudeste do lago Titicaca, que faz limite com a Bolívia e o Peru, por intermédio do município boliviano Desaguadero, composto por sete ruínas: Kalasasaya, significando “lugar das pedras em pé”, Templo semisubterrâneo, Pirâmide de Akapana, Portada do Sol e Puma Punku. Conforme a lenda, tudo o que se vê ali apareceu repentinamente com as enormes pedras “levantadas misteriosamente do chão pelo ar ao som de trombetas”. Ali, furos nas pedras ampliavam a voz pela ressonância, comprovando a utilização da vibração sonora, conforme os pesquisadores da Equipe Zigurats puderam constatar.ILHAS FLUTUANTES DE UROS
Localizadas no lado Titicaca, que possui 8.560 km² com 222 km de extensão e 165 km de largura e 65 km de comprimento, alimentado pelas águas de degelo das geleiras que rodeiam o altiplano andino,  ele fica 60%  no lado peruano e 40% no boliviano. O lago deveria se chamar TITIHALA, que quer dizer puma de pedra, por possuir a forma de um puma, mas o termo foi traduzido para o castelhano como Titicaca, depósito de ”excrementos” vindos do espaço.  O lago navegável mais alto do mundo tem de 140 a 300 metros de profundidade e em suas águas profundas existem partes lisas e depressões. Explorado pelo oceanógrafo francês Jean Jacques Cousteau (11/6/1910-25/6/1997), que produziu 150 filmes e perto de 60 livros, ele descobriu rã de 1,70 metros que se atravessou nas hélices de seu barco. Cousteau vislumbrou luminosidade forte vinda da profundeza do lago, mas nunca conseguiu descobrir do que se tratava nem de onde vinha.
A população das ilhas flutuantes pertence à etnia dos collas mesclados com yamaras e quéchuas. Conforme estudiosos, têm a ver com a civilização da Lemúria, possuindo uma pele moreno-avermelhada devido à influência do elevado número de glóbulos vermelhos no sangue, que os diferencia de todas as demais raças humanas. 
O lado Titicaca é o local de nascimento dos filhos do Sol ligados ao governante inca Manco Capac. As 50 ilhas flutuantes se baseiam em uma planta chamada “totora” parecida com o junco, cuja raiz tem até três metros de comprimento dentro da água. A despedida dessas pessoas foi emocionante, com as mulheres cantando a seguinte canção: “Não me importa de onde venhas. Não me importa a raça. Não me importa a cor de tua pele. Se tu vens como amigo, amigos seremos.”
CUSCO
A lenda diz que a cidade foi fundada por Manco Capac e Mama Occlo, dois filhos do Sol vindos de Tiahuanaco, próximo ao lago Titicaca. Cusco foi o centro do império Inca, significando “umbigo do mundo”. A civilização foi dizimada com a chegada dos espanhóis, liderados por Francisco Pizarro e seus irmãos.
SACSAYHUAMÁN
Em Cusco o parque ecológico de Sacsayhuamán, que contém uma pedra de 11 ângulos com peso estimado de cerca de 200 veículos grandes, sendo que suas pedras parecem ter sido derretidas, talvez pelo uso de energia térmica. Todas as pedras estão encaixadas em perfeita simetria, semelhante a Stonehenge, na Inglaterra. Nele ocorre a Festa do Sol, celebrada todos os anos em 24 de junho. Suas pedras estão dispostas em zigue-zague, dando a impressão de um templo militar ou de realização de cerimonias oficiais. O nome significa zigue zague (SAQSAY) e cabeça (UMAN), tendo a presença da cultura PARACAS, especializada em medicina, destacando-se a trepanação de crânios utilizando placas de ouro para curar as pessoas já naquela época.
 
TEMPLO DE VIRACOCHA
Conhecido também como tempo de RAQCHI, nome dado por Viracocha aos índios incas, era todo coberto de ouro, tinha uma parte destinado às mulheres sacerdotisas  e uma perfeita sincronização da vibração sonora que dura até hoje e quando se emite um som, o mesmo se expande e vibra ao longo do estreito caminho inca que corta o templo. Destaque para a agricultura ao lado da edificação que produzia sua própria alimentação.
TEMPLO QORICANCHA
Nele estão os mundos dos vivos e dos mortos, cujo nome significa centro espiritual do mundo. O templo era todo rodeado de ouro, possuindo diferentes arquiteturas: inca, colonial e mourisca (árabe e palestina). Na época inca, no Jardim Dourado do Templo do Sul os produtos agrícolas eram colocados em vasilhas de ouro. Nele também havia o efeito da vibração sonora que somado a água que passava por três canais ressoava pelo local.
Ele possuía um grande disco solar com 3,25 metros em ouro que está desaparecido até hoje.  Os incas consideravam o ouro o metal dos deuses, porém os espanhóis atribuíam a ele somente o valor material. Além do ouro, o templo possuía a representação das estrelas e constelações em pedras preciosas e sua construção era antissísmica, aproveitada posteriormente pelos espanhóis para construir a Igreja de Santo Domingo no centro de Cusco.
TAMBOMACHAY
Construído a 3.765 metros do nível do mar, mostra um enigma: ninguém sabe de onde vem a água que nunca seca, talvez de três lagoas localizadas nas montanhas que o rodeiam ou do degelo. O acesso a água foi um dos pontos importantes na construção dos templos e prédios incas. Neste local, como em muitos outros, os mortos da elite eram mumificados e colocados em posição fetal em nichos encravados nas montanhas, juntamente com ídolos de ouro até serem enterrados.
QENQO
O nome significa labirinto no idioma quéchua, possuindo o altar dos três mundos: dos deuses (condor), dos vivos (puma) e dos mortos (serpente), semelhante à trilogia das Linhas da Vida.  No altar superior eram queimados  produtos agrícolas que faziam fumaça e que, segundo os incas, conectava com os deuses. O labirinto significa que os mortos tinham que passar pela escuridão, cumprindo-se assim o ciclo da vida. O altar que recebia a luz da Lua era decorado com lâminas de ouro e prata.
QOLLCAS
No rio Urubamba, visitamos o legado da civilização dos Qollcas para conferir a armazenagem de grãos agrícolas.
MACHU PICHU
A cidade suspensa, conforme as evidências foi abandonada por seus habitantes, talvez fugindo de algum problema climático ou dos espanhóis, sendo que se deslocaram em direção à selva amazônica. Em torno de Machu Pichu há uma série de cidadelas que também foram abandonadas de forma semelhante. A cidade contava com dois setores que a dividiam: o agrícola e o urbano, sendo que o primeiro era formado por terraços localizados no lado sul do complexo. O setor agrícola se separava do urbano por um muro, o qual terminava em uma entrada vigiada que controlava seu acesso. O Templo do Sol é uma das construções com acabamento mais fino e por sua similaridade com o templo de Qoricancha em Cusco  era dedicado ao culto da divindade máxima inca. Este templo possui três janelas que permite a passagem exata dos raios solares durante os solstícios de verão (21 de dezembro) e de inverno (21 de junho), sendo que a terceira mostra perfurações ao redor do marco, chamado de Janela das Serpentes. Também há o templo do Condor, considerado uma ave sagrada pelos incas.
VALE SAGRADO
No Vale Sagrado, os remanescentes da civilização chinchero ainda conservam a arte da tecelagem e tintura de tecidos, um sistema de trabalho transmitido pelos antepassados. Eles mostraram um sabão feito a partir da planta SAKTA, semelhante à mandioca, que após descascada em um ralador diretamente na água e posteriormente agitada com as mãos forma uma espuma, limpando rapidamente a lã suja de carneiro. Depois de lavada, fazem o fio, tingem e finalizam as peças para serem vendidas. Eles possuem 54 desenhos diferentes gravados somente na mente.
Ollantaytambo quer dizer lugar de descanso, situando-se ao note de Cusco, no outro extremo do Vale Sagrado, próximo a Machu Pichu. Era uma fortaleza com um povoado, com templos para a religião e terraços para plantar  e armazenar os grãos encarapitados nas montanhas. No topo de uma imensa montanha havia seis pedras enormes em forma piramidal contando também com um disco solar de ouro no Templo do Sol que mostrava os solstícios e um observatório astronômico.  Todo o conjunto foi construído com proteção de terremotos.
Mais uma vez o templo foi parcialmente destruído pelo homem, neste caso os colonizadores espanhóis, para permitir a utilização das pedras nas obras  da Igreja, que construiu seus prédios dessa maneira. Também edificado em uma montanha, todo o complexo  pode ser classificado em três partes: militar, religiosa e habitacional. As construções de uso militar  se encontram sobre a segunda parte a montanha, em um local estratégico que permitia uma visão total do vale. Os muros são grossos e inclinados na parte interna (tecnologia antissísmica) e o fato de estarem sobre uma rocha de mais de 200 metros de comprimento proporcionam um aspecto invencível. O santuário localiza-se na primeira elevação da montanha e possui sete habitações de pedra bem polida. No centro está o INTIHUATANA, o templo do Sol. Nele há a habitação das  mulheres sacerdotisas e seu templo da Lua.
CARAL
A cidade mais antiga da América, datada de cinco mil anos A.C. possui 66 hectares abrigando nove pirâmides em semi-círculo. Gravado em uma pedra o símbolo circular das amazonas, mostrando indícios de uma sociedade matriarcal, possuindo cinco templos cerimoniais e com o enigma de não haver um cemitério.

A cidade de Caral também foi abandonada repentinamente.
Embora muito antiga, a cidade m

ostra característica de vida urbana e também desenhos com rostos orientais. A cidade foi construída em um deserto, porém a poucos metros há um vale verdejante intitulado Vale Supe, banhado pelo rio do mesmo nome.

SANTUÁRIO PACHAMACAC
As edificações são pré-incas no deserto, feitas com tijolos na vertical tipo biblioteca, outra técnica antissísmica, contendo também canais de água abaixo da areia. Ele foi construído mil anos antes dos incas, com tecnologia adobe (tijolo feito de terra seca ao Sol). O local tinha dois caminhos que se cruzavam, um na direção Norte-Sul e outro na Leste-Oeste. Consta que Pachamacac recebeu neste local a visita de Fernando Pizarro, irmão do colonizador espanhol Francisco. Havia um templo destinado às virgens escolhidas que eram sacrificadas para agradar aos deuses, porém isso ocorreu durante a ocupação espanhola, em 1532 D.C.Neste local, entravam somente mulheres (ali se iniciou a ação da Inquisição da Igreja Católica, caçando as pessoas que detinham o conhecimento). Também aqui o complexo tinha três funções: militar, astronômico e religioso/cerimonial.Todas as culturas pré-incas eram matriarcas, sendo que os incas eram patriarcais.
CATACUMBAS
Visitamos também as catacumbas da Igreja de São Francisco, no centro de Lima que abriga 32 igrejas católicas todas elas com essa característica, porém somente a de São Francisco permite a visitação, sendo que todas as catacumbas estão conectadas entre si através de caminhos secretos. Elas foram construídas nos séculos XVI, XVII e XVIII, contendo  25 mil ossadas, sendo que a maior parte das tumbas eram coletivas. Eles utilizavam cal viva sobre os cadáveres para limpar e higienizar, evitando assim odor e epidemias. As catacumbas eram ligadas à sede do palácio de governo e de justiça e também tinham interligação entre os conventos femininos e masculinos.
Nas catacumbas também pudemos constatar a forma abobadada de construções nos subsolos, semelhante o que estamos construindo nas galerias do Projeto Portal e às casas com tetos do mesmo formato em abóboda.  Nelas existem  poços com dez metros de profundidade e cinco de diâmetro que serviam para anular as vibrações sísmicas. Nos anos 40 ocorreu o pior dos terremotos da história dos Andes e estas estruturas mão sofreram nenhum abalo, enquanto as que não tinham a mesma tecnologia foram abaixo.
Geografia
Vale ressaltar que geograficamente o Sul do Peru fica na mesma longitude do Estado da Bahia, porém com clima totalmente diferenciado. Enquanto na Bahia e no Brasil o clima é tropical, no Peru é frio devido ao oceano Pacífico, cuja corrente marinha é gelada e a temperatura de suas águas não passa de 19º no inverno.
Além da expedição ao Peru e Bolívia, a Expedição Brasil – Equipe Zigurats esteve em 2010 na França (outubro) e no México (janeiro) e em 2004 e 2005 na região Amazônica

Originally posted 2012-02-23 02:48:52. Republished by Blog Post Promoter

Mais uma vez a ciência confirma o que o Projeto Portal, através do pesquisador Urandir Fernandes de Oliveira e seus parceiros de mundos estelares vêm afirmando há mais de dez anos. A informação divulgada neste sábado (20/03/2010) pelo G1 e também publicada no site www.ambientelbrasil.com.br diz que as mudanças climáticas terão efeitos indiscutíveis na saúde, como o aumento das alergias e doenças transmitidas por mosquitos, e o aumento de problemas intestinais ligados à falta de água, conforme advertiram em Paris especialistas em clima e saúde.

“Em 2050, um em cada dois verões (hemisfério norte) se assemelhará à onda de calor de 2003″, que na França causou a morte de milhares de pessoas, indicou o diretor da Agência Sanitária do Meio Ambiente e do Trabalho (AFSSET), Dominique Gombert. Para o Projeto Portal estas questões já se mostram mesmo em 2010, devendo aumentar a partir de 2011, portanto, uma data muito próxima.

Para os pesquisadores do Projeto Portal, no Brasil e em vários países doenças como a provocada pelo vírus H1N1, mortes repentinas de pessoas até jovens por ataques cardíacos, aumento da incidência de câncer, doenças de pele, malária, dengue, etc. já causam problemas e preocupações para profissionais da área da saúde e até para a área governamental.
No entender de Dominique Gombert, já é possível prever que o aumento das temperaturas durante o verão provocará um forte avanço da mortalidade entre as pessoas mais velhas, ou frágeis. Além disso, as ondas de frio serão mais intensas, inclusive mais mortíferas, acrescentou o diretor. Os pesquisadores do Projeto Portal acreditam que o frio será muito intenso em determinadas regiões do planeta.
Alguns poluentes – como as partículas finas -, também aumentarão, devido ao aquecimento global, acrescentou. “Serão mais precoces e permanecerão por mais tempo”, explicou Gombert. Os pesquisadores do Projeto Portal alertam que no ar existem uma infinidades de partículas prejudiciaisà saúde humana, sendo que boa parte delas lançadas na atmosfera pelo próprio homem, mas também existem as partículas cósmicas que são prejudiciais à raça humana.
“Esta poluição terá os mesmos efeitos dos picos de poluição atuais, que geram um aumento das doenças respiratórias (bronquite, asma) e problemas cardiovasculares, assim como uma sensibilidade maior às infecções causadas por micróbios”, advertiu.
O aquecimento global provocará uma redistribuição da vegetação no território: por exemplo, a oliveira tentará subir para o norte. O mesmo já ocorre com diversas espécies de animais, que já estão migrando para outras regiões diferentes de seus habitas naturais, além daquelas aves migratórias que perdem o foco de seu destino devido às alterações do campo eletromagnético da Terra, informam os pesquisadores do Projeto Portal.
Além disso, acrescentou, as árvores com pólen se estenderão, e por isso os períodos com muito pólen vão aumentar, o que provocará mais casos de alergias, indicou.
São previstos também outros problemas de saúde, como cânceres de pele, devido à intensificação dos raios solares, e o aumento das doenças como a febre tifoide ou a cólera, porque a água será mais escassa e mais contaminada, alertou.
O especialista ressaltou que, embora as ameaças dos efeitos do aquecimento planeta pareçam claras, as medidas para proteger a saúde das pessoas são menos evidentes.
Para reduzir os fatores de risco, será preciso desenvolver a cultura da “adaptação”, mas essa meta se depara com dificuldades, como a falta de interesse dos médicos, afirmou outro especialista.
“O aquecimento global é um tema que interessa aos meios de comunicação, mas menos aos médicos”, lamentou William Dab, professor da cátedra de Higiene e Segurança no Conservatório Nacional das Artes de Paris. Também os governos não conseguem se entender quando se trata deste assunto, alertam os pesquisadores do Projeto Portal.
Segundo ele, as mudanças climáticas não são “um risco a mais”, entre outros, e sim “uma mudança de escala do risco”, dada a quantidade de pessoas expostas. Já os pesquisadores do Projeto Portal alertam que ocorrerá inclusive alteração na geografia terrestre, fato este que acontece de forma cíclica na Terra, mas ou menos a cada 5 mil anos.
O Observatório Nacional sobre os Efeitos do Aquecimento Global (Onerc) sugere algumas maneiras de combater esses efeitos das mudanças climáticas na saúde, entre elas umas supervisão maior dos agentes infecciosos e da qualidade da água e do ar. (Fonte: G1, Ambiente Brasil e Projeto Portal)

Originally posted 2011-01-27 14:29:04. Republished by Blog Post Promoter

Paranormal e contatado Urandir Fernandes de Oliveira, fundador do Projeto portal, uma associação composta por milhares de membros que buscam a evolução mental e efetuam pesquisas em diversas áreas do conhecimento como geologia, biologia, geografia, paleontologia, história, tecnologia, física, química entre outros. Os pesquisadores do Projeto Portal buscam também explicar fenômenos desconhecidos muitas vezes atribuidos à ufologia.

Fonte: http://www.paranormalurandir.com.br/

Originally posted 2009-05-27 02:04:00. Republished by Blog Post Promoter

Urandir – Na mídia

julho 20th, 2014
urandir tv radio entrevista band sbt globoEm função de sua paranormalidade, Urandir foi entrevistado diversas vezes e convidado para participar de programas populares de TV. Com isso, Urandir ganhou espaço na mídia, mostrando a verdade sobre os ufos e aliens. Esse fato causou muita inveja em uma parte da comunidade ufológica brasileira que não tinha esse mesmo espaço para apresentar suas informações, tornando Urandir alvo de perseguições e uma vasta campanha de difamação. Essas perseguições envolveu a inversão e distorção de fatos publicados em revistas (como a revista Istoé) e programas de TV (incluindo até mesmo o Fantástico da rede Globo). Essa situação que envoveu famosos ufólogos do Brasil, se intensificou há alguns anos atrás, onde Urandir sofreu acusações e alguns atentados que puseram em risco sua pessoa, culminando em uma armação que o colocou injustamente por dois dias na cadeia. Foi acusado de ter vendido terrenos falsos. Foi comprovado que eram de sua legítima posse, atrevés de registros, documentos oficiais e escritura de compra e venda.Esses ufólogos brasileiros não pararam por aí. Continuam a realizar intentos contra Urandir, sendo através de falsos testemunhos de pessoas, em palestras e seminários, site, revistas e outros meios. Não obstante tudo isso realizam falsas denúncias a instituições como polícia e receita federal, fiscalização ambiental e saúde pública na tentativa de prejudicar o trabalho de Urandir e dos integrantes e pesquisadores do Projeto Portal.Para frustação maior desses ufólogos, o Projeto Portal persiste em suas pesquisas, atuando, muito além dos contatos e avistamentos com ovnis frequêntes na região de Corguinho, como em avançadas pesquisas amparado por instituições e autoridades militares brasileiras, aeronáutica, defesa civil, corpo de bombeiros, centro de pesquisas, universidades, entre outros.Recentemente os pesquisadores do Projeto Portal tem investigado as ocorrências dos crop círculos, principalmente nas lavouras da região sul do país. Para auxiliar nas pesquisas, contam, além de informações coletadas nos locais, fotos e medições com detectores diversos, de dados do controle de tráfego aéreo, o Cindacta, do comando aeroespacial brasileiro, o comdabra, entre outros.Isso é uma conquista que mostra que mesmo com muitas adversidades pode-se realizar uma investigação séria, cujo resultado vem a contribuir, não somente como simples notícias, mas sim com comprovação e informações que explicam fenômenos para o público em geral. Dessa forma, esses fenômenos não serão mais somente usados com intuito de tirar proveito de uma situação ou de um evento para um simples comentário em um noticiário ou para vender revistas.

Fonte: http://urandir.ufobr.com.br/

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Urandir Fernandes de Oliveira concedeu entrevista exclusiva ao radialista Edmo Garcia em seu programa Pesquisa Ufológica na Radio Manchete do Rio de janeiro no dia 18 de dezembro de 2008. Nessa entrevista Urandir fez diversas revelações sobre as informações recebidas por extraterrestres.

Originally posted 2009-07-05 17:09:00. Republished by Blog Post Promoter

O Presidente da Associação Projeto Portal, Urandir Fernandes de Oliveira, Teodoro Gimenez e um dos Coordenadores do Projeto Portal no Paraguai, José Luis Gonaya foram entrevistados pela apresentadora Palusa do canal 11 La Tele, programa “Al estilo Palusa” , em Assunção, Paraguai. Urandir participa do Programa Palusa da rede la tele Paraguay

Entrevista de Urandir Oliveira para Palusa rede la Tele ParaguayA entrevista ocorreu na tarde da quinta-feira, dia 14 de março. O tema abordado foi o contato com as inteligências das 49 raças extraterrestres com as quais o Projeto Portal mantém uma parceria, e o desenvolvimento da paranornalidade nas pessoas, realizado através de exercícios e técnicas especiais.

Originally posted 2013-03-18 17:24:02. Republished by Blog Post Promoter

A paranormalidade da pessoa causa efeitos por sua mente, intuída com a força da energia mental, fora dos limites da experiência normal ou dos fenómenos explicáveis cientificamente. O poder da mente vem sendo muito pesquisado. Quando usado com equilíbrio, é fonte de segurança, de sentido existencial profundo e de auto-imagem magnetizante. A mente se compara a uma floresta virgem: domina-a quem nela se embrenha.
Desde pequeno, Urandir se embrenhou na floresta da mente, conseguindo dominar os próprios caminhos.
Em 1966, quando surgiu a televisão com imagens em preto e branco, sua cidade natal exibiu o primeiro aparelho em praça pública. Fascinado pelo novo invento, Urandir fez-se presente ao ato. Urandir Ficava irritado quando o monitor trocava de canal a seu bel-prazer, pois desejava assistir ao programa até ao seu final. O que fez? Não suportando o troca-troca de canais, o pré-adolescente Urandir pôs sua mente em ação e evitou que o aparelho sintonizasse outro canal. Aconteceu que, a partir daí, Urandir interferiria também no televisor do pai. E começou a interferir também em outros aparelhos eletrônicos e a fazer alterações substanciais em certos objetos. Na fase da pré-adolescência, a energia da pessoa se potencializa e, aliada à força mental, pode operar coisas extraordinárias. Certo dia, aos treze anos, enquanto estava almoçando, Urandir percebeu que seu garfo havia entortado e ferido seus lábios. Inconformado, jogou-o no chão. Ato contínuo, ajuntando o garfo, este continuou a vergar-se mais e mais, até quebrar. Isto aconteceu no exato momento em que Uri Gueller apareceu num programa de televisão entortando um garfo. Estava em ação a força do pensamento positivo, atuando sobre o talher. Maravilhado, surgiu na ideia do irritadiço menino uma luz que o fez exclamar de satisfação:
Ah! É isso que eu faço!…
Foi o momento em que tudo se tornou claro para Urandir. Associando os fatos, entendeu que, por meio do pensamento positivo, poderia manipular a matéria e interagir com algo fora do normal. Tudo se  tornou mais fácil.
Na pré-adolescência, Urandir conseguia manipular a própria energia com facilidade. Tinha a convicção de que o potencial energético que a mente lhe proporcionava lhe era muito útil. Firme no propósito, Urandir usou o valioso potencial direcionado tão-somente para coisas positivas. Sua vida na escola mudou. De forma intuitiva, Urandir começou a orientar os colegas de classe. Dizia, por exemplo, a um e a outro: Fale isso e aquilo para sua mãe. Ela vai lhe dar o que você quer. Ou ainda: Não faça isso ou aquilo com seus pais. Urandir era bem aceito. Tudo o que dizia acabava acontecendo favoravelmente. A mente pode ser usada em favor do outro: é como ajudá-lo a usar uma fonte de benefícios que está dentro dele.

Leia mais em http://www.urandir.com.br/ufologo.html

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Durante a segunda expedição à Amazônia o Projeto Portal recebeu apoio do Exército Brasileiro. Firmou-se então uma parceria nas pesquisas realizadas na floresta Amazônica. Na selva foram encontradas evidências de remotas civilizações e  antigíssimas marcas circulares atribuidas a pouso de objetos voadores na antiguidade. Urandir Fernandes de Oliveira participou comandando a equipe Zigurats do Projeto Portal.

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